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Beijo da Morte


 

O batom tem se tornado  um acessório indispensável na  nécessaire de toda mulher. Eles podem ser encontrado em diversas formas, texturas, acabamentos e com uma variedade de tonalidades. Mas,  para chegar até a forma que conhecemos hoje houve uma longa evolução e nem sempre foi uma tarefa simples pintar os lábios.

A maioria das histórias sobre o batom indicam que o costume de colorir os lábios teve início no Egito a 5.000 anos a.C.. Nesse período para ficar mais bonita, as mulheres recorriam a alternativas naturais para colorir os lábios, utilizavam corantes, pigmentos extraídos de raízes de plantas, algas, metais e pedras preciosas.

Cleópatra usava nos lábios um pigmento vermelho escuro extraído da mistura de uma espécie de besouro e de formigas esmagadas. Também eram usadas pedras semipreciosas esmagadas para decorar os lábios e até mesmo ao redor dos olhos.

Outro pigmento vermelho também utilizado, era extraído de algas marinhas, porém, devido uma concentração muito grande de iodo e bromo (elementos tóxicos), o uso prolongado acabava causando doenças graves. Assim, esse composto ficou conhecido como “o beijo da morte”.

Com o tempo as fórmulas e os formatos dos batons foram evoluindo e somente em 1921, na França, é que eles foram colocados em embalagens no formato que temos hoje. Que é bem melhor né?


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